quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Todo Amor que Houver nessa vida

Amor que me completa e enche-me de graça, que mostra-me o bom de viver, a arte da vida e a alegria, embriagado desse amor quero beber-lo pela vida inteira.
Abro meu coração e mostro-me fraco, mostro-me amando de forma eloqüente mais a ti do que a mim mesmo. Mostro-me capaz de sonhar os mais nobres devaneios de uma criança apaixonada pelo seu primeiro amor, talvez primeiro e único.
Vejo-te nos meus sonhos como um dia sei que nos teus eu estive, já não sei mais onde esta o menino e onde haverá o homem, sei apenas que os dois abrigam o mesmo amor por ti.
Toda dor que houver nessa vida não me atinge de tão maneira que os teus olhos doces a me agredir, tuas palavras que tão saborosas são de ouvir saem amargas e dolorosas. (Suas Doces Duras Palavras)

Conflito de egos em dura batalha. Vejo no fim de uma imensa mesa a mais bela escultura de cristal que de mansinho é empurrada para o canto e eu sei que ninguém poderá salva-la sendo só ela mesma e não dando as mãos a paz, paz em uma guerra que não é minha e nem sua.

Um belo sonho veio então despertar minha vontade,
Tudo vale apena pra te reencontrar” (Charlie Brown Jr.)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Steve Jobs era mais dono da Disney do que da Apple, quando morreu



Participação do empresário na companhia que 
ele ajudou a fundar não chegava a 1%; já na
Disney, ele era o maior acionista individual
Não há dúvidas de que o maior legado deixado por Steve Jobs foi a criação da Apple. O empresário 
genial será eternamente lembrado por ajudar a fundar uma das maiores empresas de tecnologia 
do mundo e a revolucionar o setor de computadores e aparelhos celular.

O curioso, no entanto, é que Jobs morreu sendo mais dono da Disney (sim, a companhia do Mickey
Mouse) do que da empresa que inventou. Na Apple, Jobs tinha apenas 0,6% de participação,
segundo informações enviadas às autoridades de mercado dos Estados Unidos. Já na Disney, o
empresário era o maior acionista individual da companhia, com 7% das ações.

Na prática, Jobs devia mais de sua fortuna à Disney que à Apple. Segundo o serviço de informações
financeiras Thomson Reuters, o valor de mercado da Apple é de cerca de 343 bilhões de dólares " o
que conferiria a Jobs aproximadamente 2 bilhões de dólares. Já a Disney vale apenas 16% da
empresa de tecnologia na bolsa, ou 59 bilhões de dólares. De qualquer modo, com 7% das ações,
sua fatia sairia por 4 bilhões de dólares.

Jobs fundou a Apple com a ajuda de Steve Wozniak e Ronald Wayne. Mais tarde, Mike Markkula
Junior entrou na sociedade e foi o primeiro a investir dinheiro de fato na companhia. Na ocasião,
Wayne se desfez de sua participação.

A diluição das ações do empresário e dos demais sócios da companhia aconteceu de duas formas
diferentes: antes mesmo do IPO, a Apple distribuía ações aos funcionários como forma de retê-los
na empresa; o outro modo foi a venda de participação a fundos de investimentos.

A Apple abriu capital em 1980 e logo na sua estreia na bolsa, as ações valorizaram 107%. Cinco
anos mais tarde, Jobs se afastou dos negócios da empresa devido a conflitos pessoais com os
demais sócios da empresa. Foi nesta época que o executivo comprou o grupo Graphics, que mais
tarde se tornou o estúdio Pixar. Jobs só retornou a Apple, como CEO, em meados da década de 90.

O chefe do Mickey Mouse

Jobs investiu 10 milhões de dólares na Pixar e, anos depois, fechou uma parceria com a Disney
para produzir uma série de desenhos animados. Mas foi só há pouco mais de dez anos, que o
empresário teve a oportunidade de se tornar o maior acionista do conglomerado de entretenimento.


No início da década de 2000, o contrato de parceria entre as duas companhias estava chegando ao
fim e a Disney não tinha a intenção de renová-lo. O empresário saiu, então, à procura de um novo
parceiro. Com medo de perder a Pixar para a concorrência, a Disney comprou a empresa por 7,4
bilhões de dólares e, como "cortesia", Jobs ficou com uma participação de 7% na empresa,
tornando-se o maior acionista de todo grupo Disney.

Segundo estimativas do mercado, Jobs recebia cerca de 50 milhões de dólares por ano só de
dividendos da companhia de entretenimento. A fortuna de Jobs era avaliada pela Forbes em 7
bilhões de dólares. Nos Estados Unidos, o empresário era apontado como o 39º homem mais rico
do país e o 110º do mundo.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

EU COMERIA...



Há algumas semanas o comediante (com.mé.di:a [Lat. comoedia.] sf. 1. Peça teatral ou obra cinematográfica ou televisiva em que predominam a sátira e a graça. 2. Fato ridículo. 3. Fingimento. – Mini Dicionário Aurélio, Pág. 178) Rafinha Bastos fez um comentário sobre uma matéria do programa CQC onde aparecia a cantora Wanessa Camargo. O apresentador Marcelo Tas citou que ela estava bonita grávida e o Rafinha improvisou o comentário “eu comeria ela… e o bebê”.
Depois disso o mundo desabou sobre o Rafinha. O marido da Wanessa Camargo, Marcus Buaiz, e o sócio dele Ronaldo Fenômeno não gostaram da piada. O pior é que os sócios são donos da agência9ine, agenciadora de vários atletas e influentes em grandes marcas que anunciam na Band.
Pela primeira vez o Custe O Que Custar mostrou qual o preço deste custo, o valor dos anúncios! Foi só mexer no bolso deles que o programa achou uma maneira fácil de se desculpar com quem banca o programa. Tirar o Rafinha do ar.
A minha pergunta é: algum imbecil REALMENTE acha que, se tivesse a oportunidade, o Rafinha DE FATO comeria a Wanessa… e o bebê?
Quem pensa que sim, é um doente. Vá procurar tratamento! Quem sabe que não, eu continuarei.
A piada foi infeliz? Talvez, não sei, não me afetou e mesmo que fosse para mim, eu saberia entender que veio de um comediante. Eu, no máximo, ignoraria a piada, acharia o comediante um cuzão e seguiria com a minha vida.
Não estou defendendo a “graça” da piada, nem o fato do Rafinha ter falado ela abertamente. Estou criticando a postura do Custe O Que Custar não assumir o papel de Custe O Que Custar. Para a Band é mais pesado o comediante dizer que “comeria fulana… e o bebê” do que um jornalista dizer “Que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras. Dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho.”
A Band não sabe, coitada, a diferença entre uma piada e uma opinião.
O fato é que o empresário Marcus Buaiz é um grande bunda-mole e playboy que quer mostrar para a sua turminha da pré-escola como ele tem poderes. Fez pressão contra a Band e censurou o Rafinha. Agora ele deve estar rindo feliz da vida por ter conseguido (e não me pergunte por quais circunstâncias) uma matéria dedicada ao caso na capa da Veja São Paulo desta semana e a retirada do comediante da bancada do programa.
O que muda, por enquanto, é que o Rafinha não apresentará o CQC por algumas semanas, mas o que não mudará nunca é o fato do empresário Marcus Buaiz ser um eterno poderoso bunda-mole.
Ah, e quer saber, eu não comeria a Wanessa grávida, prefiro a Sandy (inclusive cantando).

Danilo Gentile e Oscar Filho "Rafinha Faz Falta" #RafinhaNoCQC

Só os amigos mais próximos sabem, o Rafinha Bastos sempre faz falta…





Com Oscar Filho, Danilo Gentili, Rafinha Bastos e Murilo Gun.
Texto e Direção: Oscar Filho
Filmagem, Som e Edição: Rodrigo Fernandes
Produção: Jacaré Banguela
TODOS OS DIREITO DO BLOG: jacarebangela.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

COM DIEGO SHOWZA O VASCO É MAIS LÍDER DO QUE NUNCA


Na ultima rodada contra o Cruzeiro, partida realizada no dia 18 de setembro de 2011, um musico já tinha deixado pronto os comentários 
da partida. A musica é FILHO MARAVILHA o Cantor JORGE BEN JOR

E novamente ele chegou com inspiração
Com muito amor, com emoção, com explosão em gol
Sacudindo a torcida aos 33 minutos do segundo tempo
Depois de fazer uma jogada celestial em gol
Tabelou, driblou dois zagueiros
Deu um toque driblou o goleiro
Só não entrou com bola e tudo
Porque teve humildade em gol
Foi um gol de classe
Onde ele mostrou sua malícia e sua raça
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E a galera agradecida, se encantava
Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa
E a galera agradecida, assim cantava
Fio maravilha nós gostamos de você
Fio maravilha faz mais um pra gente vê

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Um time Eficiente


Ao ser eficiente o Vasco conquistou o título da Copa do Brasil deste ano. O time do técnico Ricardo Gomes Já demonstrou que quando quer ser objetivo além de dar trabalho o time vence, a exemplo do que fez neste domingo, pela 13ª  rodada do Campeonato Brasileiro. O time da Colina só precisou de um contra-ataque para abrir o placar e de outro para derrotar de vez o São Paulo: 2 a 0 em pleno Murumbi. O Vasco - ainda quinto colocado – Esta a três pontos do segundo colocado e a quatro pontos do líder Corinthians, e ainda impedi o São Paulo, concorrente direto na disputa de ganhar alguns potinhos. Vasco da Gama Mais eficiente do que isso impossível.
Os São Paulinos viram Diego Souza brilhar, para coroar com o passe perfeito para Eder Luis. O resultado leva o Vasco aos 24 pontos e mantém vivo o sonho de uma dobradinha de títulos nacionais na mesma temporada.
Do outro lado, o São Paulo só brilhou no começo do jogo. Depois, faltou criatividade e arrisco dizer que técnica para furar a marcação do Gigante da Colina e tentar o empate.



domingo, 24 de julho de 2011

MATUTO NO CINEMA

E o matuto, rapaiz?...

Anarfabeto de pai e mãe – e parteira! – e sai do Sertão pra Capital, pra assisti um fíume istrangeêro legendado! Quando ele volta pro Sertão, pois ele nun conta o filme todinho?

Ma rapai... Eu fui lá na capitá, rapai. Eu assisti um filme autamente internacioná! Pense num filme internaciná? E tem uma coisa: um filme mafioso! Um filme mafioso! Ói, tinha dois Atista! Tinha um Atista qui sufria e o Atista qui sauvava! 

Meu cumpade, o Atista Qui Sufria: pense num cabra corajoso! Rapai, o caba nun tinha medo de nada não, rapai! Rapaiz, o bandido, o bandido, pirigoso que só buchada azeda, invocado qui só um fiscal de gafieira, séro qui só um porco mijano, tinha um dedo da grussura de um cabo de foimão.

Amarraro o Atista cum imbira. E tem uma coisa: imbira dos Istado Zunido, nun tem quem se solte não, rapai! Amarraro o Atista cum imbira, butaro o caba sentado, à força, numa cadeira. Aí, chegou o Bandido. Butou o dedo na cara do Atista, e disse:

- Nun sei que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei o que lá!

Tá pensano que o Atista teve medo, rapai? O Atista, amarrado cum imbira, rapai, teve que uvi tudinho! Mai, muito do tranquili, olhô pra cara do Bandido e disse:

- Nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, o quê, mermão?...

Mai rapaiz, esse bandido inchô feito um cururu no sal, nun sabe? Isfregô o dedo na cara dele assim... e disse:

- Nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, seu fila da puta!...

E tu tais pensano que o Atista teve medo? Ô xent!... Amarrado cum imbira, do jeito qui tava, ficô muito do tranquili, olhô assim pu bandido e disse:

- Nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, um carái!...

Mai meu cumpade, esse bandido pegô um á!... Pense numa pegada de á!... Ma rapai, foi uma pegada de á tão muidida do pôico! Aí, puxô uma chibata feita de virola de pineu de caminhão, nun sabe? Mais cumprida do que uma língua de manicure, de-lhe uma chibatada tão aparentada a um coice de besta parida, qui ficou escrito assim, da taba dos quêxo pa o porta-urelha do individo: F I R E S T O N E!...

Eu sei qui nessa hora, no mêi dos bandido, tinha um, qui era do time do Atista, rapai. Do time da gente, nun sabe? E ele tava camuflado, feito rapariga de pastô. Nun tinha quem discunfiasse, rapaiz. Camuflado lá pur dênto! E ele tinha um relóge puxado pá telefone. Aí, ele foi pum pé de parede, cum o relóge dele, aí, passô o bizu pra Puliça qui tava lá imbaxo. Ele pegô o relóge e disse: 

- Nun seio  que lá, nun sei  que lá, nun sei  que lá, nun sei que lá...

Conto tudo à Puliça! A Puliça lá imbaxo, nos carro, uvino tudinho pelo rádio! E a puliça dos Istado Zunido nun se veste de puliça não! Se veste de adevogado! Aí, a puliça, dento dos carro, só feiz pegá o rádio e chamá os carro tudin dos Istado Zunido, rapai!

-- Acunha, acunha, acunha, acunha!... E todos os carro! Acunha qui o negóço é séro!... Acunha, acunha, acunha... 
Ai, os carro acunharo!... E os carro acunharo, acunharo... Ói, era mais carro em cima do préidio, de que romêro in cima de Pade Ciço!

O préidio, rapai, era um préidio grande! Tinha... uns dois ou três andá! Ô era... um Colégio de Frêra, ô era uma Prefeitura. Eu sei que nun tinha quem entrasse. Um préidio todo de vrido, infeitado feito pintiadêra de rapariga, nun sabe? Aí, a puliça: tome corda, tome corda, tome corda, tome corda... Quando a gente pensava qui era a puliça qui ia subi pu fora do préidio, pa salvar o Atista, aí veio o momento mais arripiadô do filme, rapai! 

Foi quando chegô o Atista Principau, o Atista Salvadô!... E ele vei nun avião daquele... daquele avião qui tem uma penêra incima, nun sabe? Aí, o avião vei... E o avião nun vuava não, era parado! O avião ficô parado incima da Prefeitura!

Pela capota de vrido, a gente já via o Atista: o Atista forte, cum uns peitão, dois cinturão de bala, uma ispingarda da grussura de um cano de isgôto, rapai. Aí, o Atista ficô assim na porta do avião. Ó o nome do Atista: Arnô Saginégui!... Agora, nun é desses Arnô Saginégui do Sertão, qui dá no cu de todo mundo não! É Arnô Saginégui importado! Ô é da Chequilováquia, ô é da Bolívia, tá intendeno?

Eu sei qui o Arnô Saginégui ficô na porta do avião, aí o chofé do avião olhô pra ele e disse:

- Acunhe!... Pode pulá!

Aí, ele pulô lá de cima! Pulô lá de cima, bateu no telhado, furô a laje, bateu memo no lugá aonde o Atista tava preso, cum os bandido. Pegô os bandido tudo disprivinido, cumeno cuscuz cum leite, rapaiz!

Eu sei qui nessa hora, o Atista pegô a ispingarda, disse:

- Nun sei que lá, nun sei que lá, nun sei que lá, nun sei que lá....

Ói, ele matô tudinho!... Aí apariceu mai bandido. Vixe!... E foi briga de sê midida a metro! Ele deu um tabefe no porta-urelha de um caba lá chamado Mané Capado, qui ele bobuletou uns dois palmo e caiu no chão, feito uma jaca mole. 

Aí teve um bandido, rapaiz, que omilhô o Atista, com uma dedada aonde as costa muda de nome. Meu cumpade, êsse home, ofendido na região glútia, virô uma fera! E, entre a rapidez da dedada e imediatidade do êpa, deu-lhe um berro nas oiça do sujeito, qui iscurregô na froxura e caiu sentado!

Nessa hora, meu cumpade, o Atista partiu pra cima dele, com o gênio de cento e cinqüenta siri dento duma lata de querosene, deu-lhe um supapo no serrote dos dente, que choveu canino, molar e incisivo por três dia no Sítio Boca Funda!

Ai, nessa hora, meu cumpade, o Bandido Principal saiu nun derrapo de velocidade! Aí, o Atista deu-lhe um chuvaréu de bala, meu cumpade, qui a gente teve que se abaixar dentro do cinema! Aquelas letrinha qui passa lá no filme... Ele derrubô umas cento e quarenta! E eu ainda peguei umas quatro. Tá aqui, pra você vê!...

Direitos Autorais: Jessier Quirino